07/08/2011

historia do ponto cruz

Os registros históricos do ponto cruz coincidem na Pré-história. No tempo em que os homens moravam em cavernas, o ponto cruz servia para costurar as vestimentas, feitas de pele de animal. Usavam agulha de osso e no lugar de linhas, tripas de animais ou fibras vegetais. Fragmentos de linho datados de 5000 a.C. retirados de túmulos egípcios em escavações arqueológicas revelaram que o ponto cruz era usado para cerzir peças de tecido. Na antiguidade, os romanos descreviam o bordado como “a pintura de uma agulha”, mas foram os babilônicos que batizaram esta técnica.


Existem controvérsias sobre a origem do ponto cruz, da forma como é utilizada hoje. A quem acredite que ela tenha surgido na China e espalhou-se pela Europa, Ásia e Estados Unidos, principalmente na Inglaterra, onde foram encontrados os primeiros trabalhos, em 1598. Naquele tempo, o ponto cruz era para as mulheres a única escola que lhes permitiu aprender junto à técnica dessa delicada arte: letras do alfabeto, borboletas, flores, casas, bordas floridas e as famosas amostras (samplers – na língua Inglesa). Nos motivos, apareciam a assinatura de quem realizava o trabalho, a data e às vezes a idade da bordadeira.

Desde a Idade Média até os dias atuais o prestígio do ponto cruz nunca diminuiu. Os motivos ganharam novas inspirações e muita vitalidade, levando os trabalhos às possibilidades de enriquecer a decoração, dar ares a criatividade e também valorizar a habilidade manual. A técnica para fazer o ponto cruz é simples e proporciona uma atividade relaxante, que não sobrecarrega a mente. Enquanto trabalhamos com o ponto cruz podemos ouvir música, conversar, etc. É possível interromper um trabalho e retorná-lo após meses, com o mesmo prazer de antes.

Fonte: PontoCruzNet